Esperamos receber a cada trabalho concluído um obrigada, parabéns... mas não! Não vem ninguém dar um elogio simplesmente por você cumprir a sua obrigação como sua professora do colégio fazia em suas tarefas de casa pondo estrelinhas. Bob Nelson em seu livro 1001 maneiras de premiar seus colaboradores enfatiza a importância de nós enquanto gestores praticarmos esse feedback, eu chamo feedback positivo (assim fica mais fácil a associação do nome a sua função).
O feedback positivo é aquele que motiva o profissional a continuar executando suas atividades de forma eficaz, buscando ressaltar os pontos positivos e porque não corrigir os pontos negativos de cada um?
Em diversas literaturas, existem as citações sobre como os funcionários não consideram apenas a remuneração como fator motivacional, é sim fator fundamental um salário compatível com a função que é por ele exercida, mas não fator decisivo.
Hoje os profissionais buscam além de valores reais compatíveis com suas atividades, estabilidade, ambiente organizacional, plano de carreira (oportunidades de crescimento), elogios e críticas (isso é ser observado), prêmios, bonificações... e em contrapartida propiciam a estas empresas tudo o que produzem, claro que com muita qualidade.
Há obviamente distinção entre as necessidades de cada profissional dependendo do nível em que este está inserido. Algumas empresas fornecem aos seus executivos veículos com km livre, incentivo esse que não poderia ser estendido a todos os funcionários por motivos que nem precisam ser citados, ao mesmo tempo que um “vale-rancho” não seria motivador a um executivo e faz toda diferença para um funcionário do chão de fábrica.
A questão aqui é: a empresa deve fornecer estes benefícios por obrigação ou os profissionais devem conquistar ou merecer estes?
O feedback positivo é aquele que motiva o profissional a continuar executando suas atividades de forma eficaz, buscando ressaltar os pontos positivos e porque não corrigir os pontos negativos de cada um?
Em diversas literaturas, existem as citações sobre como os funcionários não consideram apenas a remuneração como fator motivacional, é sim fator fundamental um salário compatível com a função que é por ele exercida, mas não fator decisivo.
Hoje os profissionais buscam além de valores reais compatíveis com suas atividades, estabilidade, ambiente organizacional, plano de carreira (oportunidades de crescimento), elogios e críticas (isso é ser observado), prêmios, bonificações... e em contrapartida propiciam a estas empresas tudo o que produzem, claro que com muita qualidade.
Há obviamente distinção entre as necessidades de cada profissional dependendo do nível em que este está inserido. Algumas empresas fornecem aos seus executivos veículos com km livre, incentivo esse que não poderia ser estendido a todos os funcionários por motivos que nem precisam ser citados, ao mesmo tempo que um “vale-rancho” não seria motivador a um executivo e faz toda diferença para um funcionário do chão de fábrica.
A questão aqui é: a empresa deve fornecer estes benefícios por obrigação ou os profissionais devem conquistar ou merecer estes?
Nenhum comentário:
Postar um comentário